A identidade visual é a apresentação da sua empresa antes de qualquer conversa. Depois de criar marcas para o mercado por mais de duas décadas, a Duplo D acumulou repertoório inclusive no caso mais difícil: identidade para redes de franquia, onde a marca precisa funcionar na mão de dezenas de operadores diferentes sem perder a unidade.

O que entregamos: logotipo e mais cinco itens de papelaria — cartão de visita, timbrado, pasta, envelope e assinatura de e-mail — com os arquivos abertos e as regras de uso documentadas.

01. Marca não é só o logotipo

O logotipo é a parte que todo mundo lembra e a menor parte do trabalho. O que sustenta a marca no dia a dia é o sistema em volta dele.

  • Símbolo e assinatura
    Versões horizontal, vertical e reduzida, mais a aplicação monocromática para quando só existe uma cor disponível.
  • Cor com critério
    Paleta definida com contraste verificado, para o texto continuar legível em tela e não só bonito na apresentação.
  • Tipografia
    Família principal e alternativa de sistema, com escala definida para título e texto corrido.
  • Regras de uso
    Área de respiro, tamanho mínimo e o que não fazer. É a página que evita a marca esticada no banner do ano seguinte.
  • Papelaria e aplicações
    Cartão, timbrado, pasta, envelope, assinatura de e-mail e o que o negócio pedir.

02. Da marca impressa ao design system

Uma marca criada hoje nasce vivendo mais em tela do que em papel. Por isso, quando o projeto também tem site ou produto digital, a identidade sai já traduzida em tokens: cor, tipografia, espaçamento e componentes descritos de um jeito que time de design e de desenvolvimento usam a mesma referência.

É a diferença entre um manual em PDF que ninguém abre e um sistema que a própria equipe consegue aplicar. Também é o que mantém consistência quando parte da produção passa a ser assistida por ferramentas de IA: sem regra escrita, cada peça gerada sai um pouco diferente da anterior.

Marca boa é a que o próprio cliente consegue aplicar sem pedir socorro. Se só o estúdio sabe usar, o projeto não terminou.

03. Como começa

Começa por conversa: o que o negócio faz, para quem, e contra quem compete. Depois vem pesquisa de referência, rotas de conceito, refinamento da escolhida e fechamento dos arquivos. Se você já tem marca e ela só nunca foi documentada, o caminho é outro e mais curto: organizamos o que existe em vez de recomeçar.

Veja projetos de identidade visual no portfolio ou a faixa de valores.

Sua marca precisa nascer ou ser organizada?

Conte em duas frases o que a empresa faz. A gente diz qual dos dois caminhos serve.