A primeira coisa que precisamos fazer é entender o significado destas duas palavras, UX e Design, mesmo porque estas palavras são muito próximas de suas funções, mas existem diferenças grandes quando falamos somente de UX ou quando falamos somente de Design.

UX é uma sigla em inglês para User Experience, em português, Experiência do Usuário, precisamos entender o que é um um Usuário, são geralmente seres humanos que passam por algum tipo de experiência dentro do nosso contexto. Pode ser a utilização de um aplicativo, a utilização em um buffet de restaurante, pode ser analógica ou digital, boa ou ruim, importante ou não.

A experiência do usuário abrange todos os aspectos da interação do usuário com a empresa, seus serviços e seus produtos.

Fonte: Nielsen Norman Group

A experiência está em todos os nossos estágios da vida, pode ser no trabalho ou no lazer, sempre estamos passando por algum tipo de experiência, e por isso a palavra é utilizada de maneira tão ampla, e que já estão criando várias sub áreas para a UX, como UX Researcher, UX Writer, UX Designer entre outros.

O Design pode ter diversos significados, mas o meu particular é de ser “um estudo que adapta a função da melhor maneira para a necessidade do usuário”, o design é uma área muito ampla e entendendo o significado do Design Thinking, que é um processo da área que pode ser seguido para criar experiências, serviços e produtos. De maneira a obedecer processos já estudados e consolidados para chegar em resultados muito mais centrados nos usuários.

“Um processo estratégico de resolução de problemas que impulsiona a inovação, desenvolve o sucesso comercial e leva a uma melhor qualidade de vida por meio de produtos, sistemas, serviços e experiências.”

Fonte: Design Council

O Pensamento de Design ou Design Thinking, tem quatro etapas muito importantes:

  • Entender
  • Definir
  • Criar
  • Prototipar
  • Testar
  • Iterar

As quatro primeiras seriam as etapas do Duplo Diamante:

Após estas etapas ainda precisamos testar de diversas maneiras o que fizemos e após isto iterar novamente, que seria passar novamente pelo ciclo do duplo diamante, e melhorando sua solução a cada etapa, isto é um processo que demanda tempo, esforço e criatividade.

UX Design é uma área de estudos de processos que tem por objetivo melhorar a experiência do usuário, chegando a resultados que naturalmente vão atender as necessidades de quem utiliza a solução projetada.

Duplo D

“UX Design é uma abordagem para resolver problemas de forma interdisciplinar, holística e direcionada a um profundo entendimento do comportamento, cognição, capacidades, desejos e contexto humano.”

Fonte: Albuquerque, 2015

Agora que entendemos um pouco o que é UX e o que é Design, vamos entender mais sobre esta área tão fantástica.

01. Conceitos e Ferramentas do UX Design

A primeira coisa que precisamos saber é que esta área é repleta de conceitos e ferramentas para se chegar em soluções que realmente tenham valor para quem utiliza, e precisamos entender que nem sempre vamos usar todos os conceitos e muito menos utilizar todas as ferramentas, mas vou tentar abordar tanto os conceitos como as ferramentas como se tivesse uma jornada por todas estas etapas e descobertas que precisamos fazer em todo o processo do UX Design.

Acho que a pergunta que todo mundo se faz, é, por onde começar a fazer o estudo de UX Design, e eu gosto muito da abordagem do Design Thinking, pois ela é uma ferramenta cheia de conceitos interessantes para se elaborar soluções, tanto em experiências do mundo real como em experiências do mundo digital.

02. Como utilizar o Design Thinking como processo do UX Design?

As Cinco Etapas do Design Thinking

Estágio 1: Entender – tenha empatia pelos outros!

Pesquise as necessidades dos seus usuários
Nesta etapa você tem uma compreensão empática do problema que está tentando resolver, normalmente por meio da pesquisa do usuário. A empatia é crucial para um processo de design centrado no ser humano, como o design thinking, porque permite que você deixe de lado suas próprias suposições sobre o mundo e obtenha uma visão real dos usuários e de suas necessidades.

Estágio 2: Definir – Declare as necessidades e problemas de seus usuários

Este é o momento que podemos acumular as informações coletadas durante o estágio de Entendimento. Em seguida, você analisa suas observações e as sintetiza para definir os problemas centrais que você e sua equipe identificaram. Essas definições são chamadas de declarações de problemas. Você pode criar personas para ajudar a manter seus esforços centrados no ser humano antes de prosseguir para a idealização

Etapa 3: Idealizar – Desafiar suposições e criar ideias

Agora, podemos gerar ideias. A sólida base de conhecimento das duas primeiras fases significa que você pode começar a “pensar fora da caixa”, procurar maneiras alternativas de visualizar o problema e identificar soluções inovadoras para a declaração do problema que você criou. O brainstorming é particularmente útil aqui.

Etapa 4: Protótipo – Comece a Criar Soluções

Esta é uma fase experimental. O objetivo é identificar a melhor solução possível para cada problema encontrado. Sua equipe deve produzir algumas versões baratas e reduzidas do produto ou recursos específicos encontrados no produto, para investigar as ideias que você gerou. Isso poderia envolver simplesmente a prototipagem em papel. O famoso Rabisco Frame.

Etapa 5: Teste – Experimente suas soluções

Os avaliadores testam os protótipos com rigor. Embora esta seja a fase final, o design thinking é iterativo: as equipes costumam usar os resultados para redefinir um ou mais problemas adicionais. Assim, você pode retornar aos estágios anteriores para fazer mais iterações, alterações e refinamentos – para encontrar ou descartar soluções alternativas.

No geral, você deve entender que esses estágios são modos diferentes que contribuem para todo o projeto de design, em vez de etapas sequenciais. Seu objetivo é obter o mais profundo entendimento dos usuários e qual a solução ideal.

03. Entender – Imersão ao usuário no UX Design

Matriz CSD

Imagine-se em uma mesa com sua equipe e no centro da mesa temos uma caixa com muitas informações, mas elas estão embaralhadas, fora de ordem e confusas. Você não sabe ao certo por onde começar, e não tem certeza se alí estão todas as informações que procura. Imaginou esse desafio?
Quando você trabalha em equipe e precisa resolver um problema muitas ideias podem levar por caminhos diferentes ao mesmo objetivo, mas iniciar essa jornada de forma organizada pode economizar muito tempo e levar a muitos acertos. A Matrix CSD que significa Certezas, Suposições e Dúvidas é uma maneira rápida e poderosa para dar os primeiros passos em um novo projeto.
Acredito que esta é uma das ferramentas que mais deveria ser utilizada em um processo de UX, precisamos entender que esta matriz é Viva.

O artigo escrito por Thais Tarmann conta um pouco mais de sua experiência na prática com a Matrix CSD.

Pesquisa Qualitativa – O que?

Antes de especificar Pesquisas Qualitativas e Quantitativas podemos ver que temos outras dimensões de pesquisas, não menos importantes, mas devemos sempre nos lembrar que não existe um método universal, uma pesquisa que vai te dar todas as respostas ou soluções claras, mas sempre vai ter uma pesquisa ideal para cada situação ou necessidade.

Realizar uma boa pesquisa, é usar uma boa combinação de métodos, e quando utilizamos as duas (Quali x Quanti) temos um resultado mais rico e relevante, muitas das vezes algum comportamento pode ser ou não considerado relevante quando temos dados mais completos (Quanti + Quali).

Dimensões Generativa e Avaliativa: Explorar e levantar informações, insights, avaliar produtos e serviços
Dimensões Atitudinal e Comportamental: O que as pessoas dizem, crenças, comportamentos
Dimensões Qualitativas e Quantitativas: Direta com o usuário, nos fala os porquês, tendência de comportamento.

O que podemos aprender com uma pesquisa Qualitativa:
Quem são as pessoas, o porque fazem determinadas ações e como fazem essas ações na prática Esse tipo de pesquisa atua de forma direta para compreender como elas pensam, sentimento, expressão, verbalização. Uma conversa mais próxima, interpessoal.

Pesquisa Quantitativa – Por quê?

O que podemos aprender com uma pesquisa Quantitativa:
O foco principal é no volume das informações, são dados precisos e diretos, entender no detalhe, números e estatísticas. Devemos lembrar que as informações captadas em uma pesquisa Quantitativa mesmo sendo apenas dados, são pessoas por trás desses números.
Uma ferramenta bastante conhecida é o Google Analytics, ferramenta que obtém dados precisos do seu produto ou serviço, em resumo são as métricas do seu usuário.

Golden Circle

O Golden Circle é um conceito desenvolvido por Simon Sinek, que diz: “as pessoas não compram o que você faz, elas compram por que você faz”.

De acordo com Sinek, a maioria das pessoas se comunica começando com o aspecto “o que” fazem e, eventualmente, volta para falar sobre “como” e “por que” fazem o que fazem.

“Em tudo o que fazemos, nosso objetivo é desafiar o status quo. Nosso objetivo é pensar de forma diferente. Nossos produtos são amigáveis ​​ao usuário, lindamente projetados e fáceis de usar. Acabamos de fazer ótimos computadores. Quer comprar um? ”

Viu a diferença? Sintiu a diferença?

Por que isso importa?

Por que a ordem em que você comunica sua história é importante?
Bem, tem a ver com as partes do cérebro que usamos para nos comunicar. Quando você está falando sobre o que você faz, você está falando para uma parte analítica do cérebro. Mas quando você fala sobre o porquê e como, você está se comunicando com sentimentos e lidando com o comportamento humano.

E é um ditado antigo que compramos com nossas emoções e, em seguida, justificamos com lógica. Assim, ao explorar as emoções e sentimentos de seus leitores, você pode educá-los, construir confiança e credibilidade, posicionar-se e a sua organização como especialistas, construir conexões e iniciar conversas.

Por que – por que você está fazendo o que está fazendo?

Por exemplo, por que você está no mercado, por que desenvolveu seu produto ou serviço?

Como – como isso ajudará seus leitores?

Por exemplo, quais problemas você está resolvendo para seus leitores, quais desafios você os está ajudando a superar?

O que – o que você está oferecendo?

Por exemplo, qual é o seu produto ou serviço, quais são seus recursos e benefícios?
Ideias de melhores práticas

Agora que você tem uma ideia de como usar o Golden Circle aqui estão algumas outras práticas recomendadas de ux design e ideias de direitos autorais para ajudá-lo a reunir tudo e criar algumas cópias úteis, relevantes e incríveis:

5W2H

Uma das bases do Lean Six Sigma é tomar decisões com base em fatos e dados que indicam com precisão o melhor caminho a seguir.

Você sabe o que é 5W2H?

O 5W2H é uma das ferramentas utilizadas pelas empresas que possuem vantagem competitiva, pois parte da premissa de que não existe nada tão bom que não possa ser melhorado. Assim, utilizá-lo, em conjunto com outras estratégias, é uma ótima forma de promover uma cultura de melhoria contínua e de tomar decisões mais assertivas.

O 5W2H também é uma ótima opção para empresas que desejam aprimorar o planejamento estratégico para atingir metas.

Então, vamos ver o que exatamente 5W2H é e como usar este método. Neste guia você saberá:

O que é 5W2H?

Por meio de seus 7 fatores explicativos, o problema pode ser visualizado de forma clara e objetiva, favorecendo as chances do profissional de tomar a decisão mais eficaz.

Quem criou o 5W2H?

De origem japonesa, foi inicialmente criado para gerenciamento de projetos por profissionais que realizavam estudos de qualidade e, atualmente, é utilizado nos mais diversos projetos de negócios, como os projetos Lean Seis Sigma, independente de seu contexto e cenário de atuação.

Entenda o problema e sua importância!

Aplicado não apenas em projetos Lean Six Sigma, como também nos mais diversos projetos de negócios, independente do contexto e cenário de atuação, o 5W2H é uma ferramenta que facilita a interpretação objetiva e transparente do problema e do ambiente em que está inserido.

Com o problema sendo entendido de diferentes pontos de vista, os tomadores de decisão podem analisar quais decisões são mais econômicas para serem tomadas, de modo que o resultado final seja o melhor e mais coerente possível com o objetivo declarado no escopo do projeto.

Somente entendendo o problema de forma eficiente é possível atuar sobre ele e obter como consequência um resultado efetivo.

Como aplicar o 5W2H?

O 5W2H pode ser aplicado em uma simples planilha Excel como meio de facilitar aos envolvidos um entendimento claro e preciso do problema que procuram resolver

Na imagem abaixo você pode ver a sugestão de um modelo 5W2H.

Modelo de 5W2H para Download

Agora você verificará o que significa cada um desses 7 fatores. Vamos?

O que: deve ser observado aqui a descrição do que é o problema, o propósito do projeto e / ou a meta de melhoria que se propõe alcançar;

Quem: quem é o responsável por resolver o problema ou oportunidade de melhoria. A equipa designada para o resolver e quem são os clientes internos ou externos são algumas das formas de responder a esta parte;

Onde: neste espaço deve ser registrada a informação do local envolvido pelo problema, ou seja, onde está inserida. Será definido se é um setor específico ou mesmo em qual operação ou máquina de produção ele atua;

Porquê: nesta fase é importante definir o motivo pelo qual é importante resolver este problema ou alcançar o objetivo proposto. Discuta sob quais aspectos financeiros e qualitativos vale a pena perseguir com a resolução do problema e / ou o alcance da meta;

Quando: as informações aqui estão vinculadas no tempo, ou seja, de quando o problema ocorre e qual o prazo para resolução, bem como as datas de entrega e cronograma para atendimento ao objetivo do projeto;

Como: como funciona o processo pelo qual o problema está envolvido é a questão a ser respondida. Quais etapas, atividades e variáveis ​​relevantes podem afetá-lo. Uma dica aqui é usar um fluxograma para melhor representá-lo;

Quanto: aqui as informações podem estar atreladas a quantidade e custo, ou seja, quanto esse problema já gerou gastos para a área envolvida e / ou para toda a empresa. Quanto investimento é necessário para resolvê-lo, bem como quantos processos e produtos ele já afetou.

Visualizar(abrir em uma nova aba)

Estacionamento de Idéias

Card Sorting

O que é o Card Sorting?

Uma técnica que envolve pedir aos usuários que organizem as informações em grupos lógicos.

Os usuários recebem uma série de cards e são solicitados a organizá-los e classificá-los em grupos que considerem apropriados. A classificação destes cards ajuda você a projetar uma arquitetura de informação, fluxo de trabalho, estrutura de menu ou caminhos de navegação em sites.

O Card Sorting oferece uma visão sobre rotulagem e agrupamento com um método relativamente barato e de baixa tecnologia usado para entender como um usuário organizaria e estruturaria um conteúdo que faça sentido para ele. Pode ser realizada de várias maneiras, como cartões reais, pedaços de papel, notas post-it ou ferramentas online, que permite que você conduza a pesquisa remotamente.

Esta ferramenta permite que você entenda como os usuários esperam ver o conteúdo agrupado em um site por exemplo e como eles podem ver esses grupos rotulados. Embora a o Card Sorting possa não fornecer uma arquitetura de informação final ou menu para seu site, pode ajudar a identificar tendências e quantas categorias potenciais podem existir.

Desk Research

O que é uma Desk Research?

Seria como se fosse uma pesquisa secundária. Em termos gerais, existem dois tipos de atividade de pesquisa: pesquisa primária (onde você sai e descobre coisas por si mesmo); e pesquisa secundária (onde você analisa o que outras pessoas fizeram).

Uma Desk Research não tem a ver com a coleta de dados. Em vez disso, sua função no UX Design, é revisar as descobertas de pesquisas anteriores para obter um amplo entendimento do campo

Por que fazer uma Desk Research?

Antes de realizar uma visita de campo, desenvolver um protótipo, executar um teste de usabilidade ou embarcar em qualquer projeto que você queira que seja centrado no usuário, faz sentido ver o que as pessoas fizeram no passado relacionado ao domínio do produto.

Um diagrama de Venn mostrando usuários, objetivos e ambientes. Onde esses três se sobrepõem é o ponto ideal para a pesquisa do usuário.

O diagrama de Venn descreve o contexto de uso: seus usuários, seus objetivos e os ambientes onde a ação ocorre. O melhor tipo de pesquisa é onde todas essas três dimensões se sobrepõem: visitas de campo que enfocam seus usuários tentando atingir seus objetivos no contexto. Este tipo de pesquisa é tão específico e relevante para o seu projeto que pode ser difícil de encontrar, então não desanime se você não puder descobrir nada nesta área.

Conforme o nome já diz uma Desk Research é a técnica de pesquisa que é adquirida principalmente sentando-se em uma mesa.

Está basicamente envolvida na coleta de dados de recursos existentes, portanto, é frequentemente considerada uma técnica de baixo custo em comparação com a pesquisa de campo, já que o principal custo está envolvido no tempo do executivo, tarifas telefônicas e diretórios. No entanto, também pode ser uma perda completa de tempo e dinheiro se o pesquisador não tiver o conhecimento adequado de como a pesquisa é realizada.

Uma Desk Research é muito eficaz e pode ser conduzida na fase inicial da pesquisa de mercado, pois é bastante rápida e barata e a maioria das informações básicas podem ser facilmente obtidas e podem ser usadas como referência no processo de pesquisa.

Existem basicamente dois tipos de técnicas de Desk Research:

Desk Research Interna

A Desk Research Interna pode ser tratada como o ponto de partida da pesquisa mais razoável para qualquer organização. Muitas informações podem ser geradas internamente na organização como um processo normal.

Informações relacionadas à conta que indicam que tipo de produtos são vendidos, em qual quantidade e a que custo, vendidos para quais tipos de clientes, incluindo sua localização geográfica e assim por diante.

A principal vantagem aqui na realização de uma Desk Research Interna é que envolve recursos organizacionais internos e existentes para organizar os dados coletados de uma forma que seja não apenas eficiente, mas também utilizável.

Desk Research Externa

Envolve pesquisas feitas fora dos limites organizacionais e coleta de informações relevantes. Esses recursos externos são descritos abaixo:

  1. Online Desk Research – Há uma quantidade incrível de dados disponíveis online na internet. É importante que a organização seja específica ao buscar essas informações, pois há bilhões de páginas disponíveis na internet.

    Pode haver duas abordagens para extrair as informações relevantes da Internet: uma é navegar diretamente nas informações específicas de sites industriais, de marketing ou de negócios e extrair as informações desses sites. Em segundo lugar, usando os vários mecanismos de pesquisa.

    O importante aqui é refinar as técnicas de busca de forma que os resultados sejam promissores e relevantes. Para isso é necessário que o UX Designer conheça a importância da pesquisa e siga a diretriz intelectualmente para reduzir o esforço despendido e o tempo gasto na pesquisa.

    Dados publicados pelo governo – o governo geralmente publica uma grande quantidade de dados online que podem ser usados ​​no processo de pesquisa. Esses dados estão relacionados a aspectos sociais, financeiros e econômicos.
    Os sites do governo são em sua maioria de acesso gratuito e contêm as informações importantes.

Briefing


04. Definir – Organize seu projeto de UX

Proto-Personas

Personas

Personas são personagens fictícios, que você cria com base em sua pesquisa para representar os diferentes tipos de usuários que podem usar seu serviço, produto, site ou marca de maneira semelhante.

Criar personas ajuda você a entender as necessidades, experiências, comportamentos e objetivos de seus usuários. Criar personas pode ajudá-lo a sair de si mesmo. Isso pode ajudar a reconhecer que pessoas diferentes têm necessidades e expectativas diferentes e também pode identificar para qual usuário você está projetando.

Personas tornam a tarefa de design menos complexa, orientam seus processos de criação e podem ajudá-lo a atingir o objetivo de criar uma boa experiência de usuário para seu grupo de usuários-alvo.

Tornou-se prática padrão em muitas disciplinas de design centrado no ser humano reunir pesquisas e personificar certas tendências e padrões nos dados como personas.

Conseqüentemente, personas não descrevem pessoas reais, mas você as compõe com base em dados reais coletados de vários indivíduos. Personas adicionam um toque humano ao que permaneceria em grande parte como fatos frios em sua pesquisa. Quando você cria perfis pessoais de usuários típicos ou atípicos (extremos), isso o ajudará a entender os padrões em sua pesquisa, que sintetizam os tipos de pessoas para as quais você procura projetar. Personas também são conhecidos como personagens modelo ou personagens compostos.

Personas fornecem arquétipos significativos que você pode usar para avaliar o desenvolvimento de seu design. A construção de personas o ajudará a fazer as perguntas certas e respondê-las de acordo com os usuários para os quais você está projetando.

Personas em Design Thinking

No processo de Design Thinking, os designers geralmente começam a criar personas durante a segunda fase de definição, que sintetizam suas pesquisas e descobertas desde a primeira fase, a fase Empatia. Usar personas é apenas um método, entre outros, que pode ajudar os designers a passar para a terceira fase, a fase de Ideação. As personas serão usadas como um guia para sessões de ideação.

Mapa de Empatia

Visualizar as atitudes e comportamentos do usuário em um mapa de empatia ajuda as equipes de UX a se alinharem em um entendimento profundo dos usuários finais. O processo de mapeamento também revela quaisquer lacunas nos dados do usuário existentes.

Como profissionais de UX, é nosso trabalho advogar em nome do usuário. No entanto, para fazer isso, não devemos apenas compreender profundamente nossos usuários, mas também ajudar as pessoas envolvidas a compreendê-los e priorizar suas necessidades. Os mapas de empatia são amplamente utilizados ​​em processos ágeis e de design, são uma ferramenta poderosa e fundamental para realizar ambos.

Definição do Mapa de Empatia

Um mapa de empatia é uma visualização colaborativa usada para articular o que sabemos sobre um determinado tipo de usuário.

Expõe o conhecimento sobre os usuários para:

1) Criar um entendimento compartilhado das necessidades do usuário

2) Ajudar na tomada de decisões.

Como utilizar o Mapa de Empatia:

Os mapas de empatia tradicionais são divididos em 4 quadrantes com os seguintes sentidos sobre o que os usuários (Falam, Pensam, Fazem e Sentem), com o usuário ou persona no meio. Fornecem uma visão geral de quem é um usuário e não são cronológicos ou sequenciais.

Os 4 quadrantes do Mapa de Empatia

O quadrante “Falam” contém o que o usuário diz em voz alta em uma entrevista ou algum outro estudo de usabilidade. Idealmente, ele contém citações literais e diretas de pesquisas.


O quadrante “Pensam” captura o que o usuário está pensando ao longo da experiência. Pergunte a si mesmo (a partir da pesquisa qualitativa coletada):

O que o usuário está pensando?

O que é importante para o usuário?

É possível ter o mesmo conteúdo em “Falam” e “Pensam”. No entanto, preste atenção especialmente ao que os usuários pensam, lembrando que ele pode não expor isto claramente. Tente entender por que eles estão relutantes em compartilhar a informação, se eles estão inseguros, constrangidos, educados ou com medo de contar algo aos outros?

O quadrante “Sentem” é o estado emocional do usuário, frequentemente representado como um adjetivo mais uma frase curta para o contexto.

Pergunte a si mesmo:

O que preocupa o usuário?

Com o que o usuário fica animado?

Como o usuário se sente sobre aquela experiência?

Impaciente, Confuso ou Preocupado por exemplo

Os usuários são humanos complexos. É natural e extremamente benéfico ver a sobreposição de informações entre os quadrantes. Você também encontrará inconsistências, por exemplo, ações aparentemente positivas, mas citações negativas ou emoções vindas do mesmo usuário.

É quando os mapas de empatia se tornam mapas da mina, e que podem revelar o tesouro sob a compreensão do usuário. Nosso trabalho como profissionais de UX investigar a causa do conflito e resolvê-lo.

Alguns desses quadrantes podem parecer ambíguos ou sobrepostos – por exemplo, pode ser difícil distinguir entre pensa e sente.

Não se concentre muito em ser preciso: se um item pode caber em vários quadrantes, escolha apenas um. Os 4 quadrantes existem apenas para divulgar nosso conhecimento sobre os usuários e para garantir que não deixemos de fora nenhuma dimensão importante.

Fonte: https://www.nngroup.com/articles/empathy-mapping/

Job Stories

O que são e porque fazer os Job Stories?

Os Job Stories dividem a interação do cliente com seu produto ou serviço em pequenas tarefas que os usuários precisam realizar para chegar ao resultado desejado. Eles foram criados com base na metodologia de pesquisa dos “Jobs to Be Done”.

São uma alternativa ao uso de “User Stories”, mas são únicos por serem menos prescritivos em sua ação pretendida e mais centrados no usuário por natureza. Eles levam em consideração o contexto, as motivações, os comportamentos e os estados emocionais do cliente. Isso ajuda a dar aos criativos mais insights sobre por que estão criando e aumenta a empatia pelo cliente.

Ao focar no contexto em vez da implementação, permite uma compreensão mais ampla dos problemas e a geração de soluções possíveis. Usando os job stories é possível definir por escrito (mesmo antes da criação da primeira tela) a experiência do usuário pretendida.

Isso é ótimo para anotar os pensamentos sem provocar soluções predefinidas muito cedo. Combine Job Stories com uma metodologia de pesquisa Jobs To Be Done e fornece uma base flexível, empática e robusta para pensar profundamente em torno da Experiência do Usuário.

O que está envolvido e como utilizar?

Job Stories pode ser feito sozinho, mas é recomendado que seja abordado em uma pequena equipe multidisciplinar. Envolver uma variedade de disciplinas no processo garante a captura da maioria dos cenários, oferece diferentes perspectivas e permite que sua equipe tenha empatia com os problemas que seus clientes estão enfrentando.

Após sua criação, certifique-se de que esteja amplamente disponível para os membros de sua equipe.

Antes de começar a criar suas job stories, você precisa reunir informações suficientes sobre o seu público-alvo para entender os trabalhos que eles estão tentando realizar. Faça isso usando as pesquisas quantitativas e qualitativas.

Processe essas informações em tópicos estruturados que possam informar a redação de sua história de trabalho. Se possível, use os métodos de pesquisa dos “Jobs To Be Done” para descobrir os motivos ocultos pelos quais os clientes fazem o que fazem. Isso geralmente revela percepções surpreendentes sobre a vida de seus usuários.

Depois que sua pesquisa for reunida e compartilhada com a equipe, comece definindo as etapas básicas de alto nível pelas quais seu cliente passará. Isso formará uma estrutura para começar a ser preenchida com mais detalhes conforme você percorre a jornada do cliente.

Comece pela Jornada do Usuário

Escreva sua primeiro job story no momento do “Quando …” é a situação ou contexto em que o usuário está no momento de concluir aquela tarefa.

Por exemplo: “Quando um aluno está na escola …” ou “Quando eu estou na escola”, os job stories podem ser escritos como primeira ou terceira pessoa, o que for mais adequado, mas é bom permanecer consistente o tempo todo. Eles também podem conter mais de uma jornada do cliente se as experiências estiverem interligadas e, portanto, devem ser escritas ao mesmo tempo.

Próximo passo seria entender o “Eu quero…” ou “Eles querem…”. Essa é a motivação para a tarefa que estão tentando realizar. Por exemplo; “Quando um aluno está na escola, ele quer escolher o curso eletrônico certo para a aula.

Finalizando você pode utilizar o “Para que eu possa …” ou “Para que eles possam …”.
Este é o resultado esperado das ações anteriores.

Isso esclarece por que o cliente deseja atingir uma meta específica. Isso pode incluir motivadores sociais, ambientais e emocionais. Por exemplo: “Quando um aluno está na escola, ele quer escolher o curso eletrônico certo para sua aula, para que possa acompanhar o professor e sentir uma sensação de progressão conforme aprende o material do curso”.

Canvas de Proposta de Valor

Canvas de Modelo de Negócios


05. Criar – Processo de criação no UX Design

BenchMarking

Brainstorming

MOSCOW

4x4x4

Crazy 8

Jornada do Usuário

Jornada do Cliente

User Flow

Análise Heurística

Mood Board

MVP

06. Prototipar – Do sonho para a realidade

RabiscoFrame

Protótipo de Baixa Fidelidade

UI Design

Protótipo de Alta Fidelidade

Protótipo Navegável

07. Testar

Teste de Usuário

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Open chat
1
Olá, para iniciar seu atendimento clique aqui e envie uma mensagem pelo Whats App! Obrigado :)